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O networking e a sua carreira


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Essencialmente, networking é todo esforço para se tornar conhecido pelas pessoas que podem lhe auxiliar no desenvolvimento de sua carreira. Você não precisa ser um figurão ou a mais extrovertida e popular das pessoas para realizar o networking com efetividade. 

Dê um passo de cada vez. Comece com as pessoas que você conhece, no trabalho e em seu círculo pessoal. Mantenha seus ouvidos abertos e fique atento para todas as informações que possam lhe levar a novos contatos. Muitas das vagas não são preenchidas através dos meios convencionais (jornais, sites, empresas de R&S). Algumas delas nem sequer são anunciadas. Elas são preenchidas através de indicações e, quanto mais sênior é a posição, mais frequentemente isso acontece. Esse é o trabalho feito pelos headhunters (caça-cabeças, em uma tradução livre), profissionais especializados na recolocação de executivos que, por exigência do oficio, conhecem todas as pessoas que estão “aptas” e “disponíveis” para ocupar os melhores postos.

Como qualquer outra forma de comportamento social, o networking segue certas regras:

A primeira impressão é a que conta: –  isso vale tanto para a comunicação face a face quanto a realizada por e-mail e telefone. Fique sempre alerta.

Não peça  um emprego – seja discreto. O networking não é uma feira de empregos, é uma oportunidade de obter informações potencialmente úteis e de lembrar ao mercado que você está ali.

Aprenda a retribuir – o networking é uma via de mão dupla. Não existe lanche grátis. Atente para o fato de que algum favor pode lhe ser pedido em troca. Desde que não se trate de algo ilegal ou imoral, fará parte da regra do jogo.

Faça o dever de casa – pesquise sobre seus contatos antes dos encontros e prepare-se para abordar temas que sejam de seu interesse. Lembre-se de não esquecer nomes. Faça uma pequena agenda  para lhe auxiliar.

Pense lateralmente – tente expandir sua rede de relacionamentos para além de sua zona de conforto ou esfera de atuação usual.

Paciência é uma virtude – uma ampla rede de contatos é construída no dia a dia, desde o momento em que você ingressa na escola ou na faculdade. Se você está começando agora, tenha calma e aguarde as sementes frutificarem.

Mesmo aqueles  que são novos no jogo devem ter uma série de contatos que nunca foram considerados importantes em sua rede de relacionamentos profissional:

   – velhos colegas de escola ou faculdade;
    – ex-professores;
    – parentes distantes;
    – a família de seus amigos;
    – seu médico, advogado ou contador;
    – antigos colegas de trabalhos e ex-chefes;
    – membros do seu clube ou pessoas que você encontra socialmente. 

Guarde registros sobre as pessoas que você encontra e as conversas que mantem com elas. –  não adianta construir uma rede se você se esquece de seus membros.

Procure sempre manter contato com essas pessoas, mesmo que você não esteja atrás de nada em específico. Afinal, você não vai querer ser tido como uma pessoa interesseira, que só se lembra dos outros quando necessita de um favor. Um networking sólido está fundamentado em relacionamentos e isso vai muito além de negociações do tipo “toma lá, dá cá”.

Eventos profissionais também costumam ser excelentes oportunidades para trocar cartões e fazer contatos, se você não está certo de por onde começar.

Não espere ser demitido para manter contato com as pessoas de seu setor –  e mesmo que você esteja satisfeito em sua posição atual. Afinal, nunca se sabe o que se pode encontrar na esquina.

Se você ainda considera que networking é para aquelas pessoas super confiantes, os tipos que sempre conseguem as melhores vagas graças ao seu carisma pessoal, reveja os seus conceitos. Essa é uma ferramenta cada vez mais usada no mundo dos negócios.

A internet tornou o networking viável para todo mundo e há inúmeros fóruns e sites especializados  que possibilitam que as pessoas compartilhem seus conhecimentos e perspectivas futuras. Isso é o que se chama de networking 2.0. Alguém já ouviu falar no linkedin, só para ficarmos no mais conhecido?

Por fim, sempre tenha seu currículo atualizado e cuide da sua reputação pessoal. Você verá que esse mundo é mesmo muito pequeno e, quando menos esperar, será surpreendido por uma proposta tentadora e inesperada.

 

Fonte e foto: ibahia.com

Coluna Valor RH/ Profa. Dra. Carolina Spinola

Consultora da Área de Negócios da ValoRH. Administradora, com mestrado em Administração e Doutorado em Geografia, com ênfase em Desenvolvimento Regional. Professora Universitária e Coordenadora de Curso de Pós-Graduação.

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Déficit de profissionais na saúde será de 12,9 milhões até 2035, diz OMS


A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou nesta segunda-feira (11) que faltam 7,2 milhões de profissionais de saúde no mundo e que o déficit subirá para 12,9 milhões até 2035, com graves implicações para milhões de pessoas.

As conclusões constam do estudo Uma Verdade Universal: Não Há Saúde sem Profissionais, divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) durante o terceiro Fórum Global sobre os Recursos Humanos da Saúde, que reúne mais de 1.300 participantes de 85 países, incluindo 40 ministros da Saúde, na capital pernambucana.

Embora reconheça melhorias desde o último estudo sobre o assunto, em 2006, o documento indica que 83 dos 186 países com informação disponível, ou seja 44,6%, ainda não atingiram sequer o patamar mínimo definido pelo Relatório Mundial de Saúde de 2006, que prevê 22,8 profissionais de saúde qualificados por cada 10.000 habitantes.

Outros 17 países (9,1%) ultrapassam o patamar mínimo, mas não atingem a meta da Organização Internacional de Trabalho (OIT), que aponta para 34,5 profissionais de saúde qualificados por 10.000 habitantes e há, ainda, 18 países (9,7%) que atingem esta meta, mas não o patamar dos 59,4 profissionais para 10.000 cidadãos.

Do total, apenas 68 países (36,6%) atingem ou ultrapassam esta última meta, revela a agência da ONU para a saúde. No relatório, a OMS alerta que mais grave é o que se antevê para o futuro, já que as estimativas da organização apontam para um déficit global de 12,9 milhões de profissionais, incluindo médicos, enfermeiros e parteiras, até 2035.

O motivo, segundo o documento, está no envelhecimento dos profissionais de saúde, que se aposentam ou deixam a profissão por empregos mais bem pagos sem serem substituídos, assim como o fato de serem poucos os jovens que entram no setor da saúde ou a receber a formação adequada.

A situação é mais grave quando a tendência de queda dos profissionais que atuam no setor coincide com um aumento da procura, não só porque a população mundial continua a aumentar mas, também, porque é cada vez maior o risco de doenças não transmissíveis como as doenças cardiovasculares, entre outras.

Além disso, destaca a OMS, as migrações internas e internacionais de profissionais de saúde tendem a aumentar as desigualdades regionais.

“As fundações para uma força de trabalho forte e eficaz na saúde para o futuro estão se corroendo diante dos nossos olhos por não estarmos correspondendo a formação de profissionais com a procura das populações de amanhã”, diz a diretora-geral adjunta da OMS para os Sistemas de Saúde e a Inovação, Marie-Paule Kieny.

Para evitar o pior, acrescentou ela, é preciso “repensar a forma como se ensina, como se forma, como se coloca e como se paga aos trabalhadores da saúde para que o seu impacto seja maior”.

Embora a Ásia seja a região onde se prevêem maiores falhas em termos numéricos, é na África subsaariana que o déficit se fará sentir de forma mais aguda, estima a OMS. A organização alerta que nos 47 países daquela subregião há apenas 168 escolas de medicina; há 11 países sem qualquer escola de medicina e 24 países têm apenas uma.

Na região das Américas, 70% dos países têm pessoal de saúde suficiente para assegurar os serviços básicos de saúde, mas muitos países ainda têm dificuldades ligadas à distribuição dos profissionais, às suas migrações e à qualidade da sua formação.

A OMS pede a todos os países, incluindo os mais desenvolvidos, que estejam atentos aos sinais de alerta, sublinhando que 40% dos enfermeiros nos países ricos abandonarão o setor na próxima década.

Com uma profissão exigente e uma remuneração relativamente baixa, muitos jovens profissionais de saúde têm poucos incentivos para permanecer na profissão, alerta a organização.

 

Fonte: Agência Brasil

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Oportunidade de vagas


A RH Fase está com oportunidade de vagas para: 
 
1) Bibliotecária
2) Serviços Gerais
3)Auxiliar Administrativo/Financeiro
 
Os interessados em participar da seleção para preenchimento dessas vagas precisam ter experiência na área, devem e enviar o currículo para rhfase@rhfase.com.br e, logo em seguida, se cadastrar em nosso site: http://www.rhfase.com.br .
 
 
Luciana Silva
Jornalista DRT-3299
RH FASE
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5 dicas para impressionar na dinâmica de grupo


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A dinâmica de grupo é bastante comum em processos seletivos de grandes corporações e uma etapa eliminatória. Ela explora o lado lúdico do candidato, facilitando a observação de características como: liderança, autoridade, persuasão, controle emocional, preocupação com o outro, trabalho em equipe, resistência à frustração e pressão, valores pessoais, criatividade, tolerância, negociação, argumentação, flexibilidade, iniciativa e, principalmente, a participação.

“A dinâmica serve para observar características comportamentais dos candidatos e avaliar qual o profissional mais adequado para o cargo de acordo com o perfil da vaga, além de reduzir o tempo dos processos seletivos”, comenta a consultora de carreira Mayra Fragiacomo.

Para os candidatos esta é a oportunidade de conhecer a empresa e avaliar o interesse em trabalhar na organização. Para a empresa é a forma de descobrir quais candidatos são mais adequados às suas necessidades e cultura.

Veja abaixo cinco dicas elaboradas pela consultora para se dar bem nesta etapa.

1 – Capriche na apresentação pessoal

Procure fazer a apresentação em 2 a 3 minutos, mencionando nome, idade, estado civil, formação acadêmica, idiomas, hobbies, esportes e atividades voluntárias. Faça um breve histórico ascendente da carreira, destacando os cargos e empresas anteriores. Tenha iniciativa e seja um dos primeiros a se apresentar. Crie seu próprio discurso e não copie os candidatos anteriores.

2 – Coopere nas atividades em grupo

O próprio nome da atividade já estabelece a necessidade do trabalho em equipe. Concorrer para a mesma vaga não significa competir, mas aproveitar a oportunidade de evidenciar os diferenciais de forma positiva, sendo cooperativo com os demais participantes.

3 – Participe

É imprescindível participar das atividades. Não falar ou se expor pode ser prejudicial, pois elimina a possibilidade de ser avaliado. Pode haver pessoas no grupo que se destaquem mais, porém, busque espaço. Seja autêntico e exponha o que tem de melhor, sempre com bom senso. Por mais estranha que possa parecer a atividade proposta, envolva-se. Mostre flexibilidade e capacidade de adaptação, e não coloque barreiras frente ao jogo proposto.

4 – Prepare-se!

A dinâmica de grupo é uma atividade que exige bastante preparo. Todas as atitudes dos candidatos serão avaliadas, desde o momento em que ele chega na empresa até a hora de ir embora, além do comportamento diante dos outros participantes. Estude a empresa e esteja preparado para expor os motivos que te levaram a querer trabalhar lá, e as razões pelas quais a empresa deveria contratá-lo.

5 – Saiba se vestir

Muitas dinâmicas exigem movimentação: sentar no chão, ajoelhar e etc. Evite, portanto, roupas apertadas e desconfortáveis. Use peças sóbrias e discretas. 

 

Fonte/ Foto: Uol

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IBGE deve divulgar edital de concurso com 7.825 vagas em dezembro


ImagemFoto: Arivaldo Silva

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deve divulgar ainda neste ano, o edital de um concurso público para 7.825 vagas temporárias, destinadas às pesquisas econômicas e sócio-demográficas. De acordo com o Folha Dirigida, a previsão é que o documento seja divulgado na primeira semana de dezembro, e que as inscrições comecem no dia 2 de janeiro de 2014. A aposta do site é que a Fundação Cesgranrio seja a organizadora do certame.

A maioria das vagas devem ir para o Rio de Janeiro, com 956 oportunidades, sendo 731 para agente de pesquisa e mapeamento, 18 para supervisor de pesquisa, 180 para agente de pesquisa por telefone e 27 para analista de geoprocessamento. As vagas de agente de pesquisa e mapeamento serão para os estados do Acre, com 123 oportunidades, Alagoas (206), Amazonas (164), Amapá (56), Bahia (533), Ceará (383), Distrito Federal (157), Espírito santo (245), Goiás (345), Maranhão (233), Minas Gerais (658), Mato Grosso do sul (141), Mato Grosso (165), Pará (233), Paraíba (173), Pernambuco (330), Piauí (124), Paraná (383), Rio Grande do Norte (199), Rondônia (113), Roraima (65), Rio Grande do Sul (402), Santa Catarina (260), Sergipe (129), São Paulo (956) e para o Tocantins (93).

Fonte: ibahia.com

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Juíza esclarece direitos do trabalhador temporário


ImagemFoto: Ministério do Trabalho

É crescente a procura das pessoas por trabalhos temporários, Mas, você sabe quais são os direitos possuídos pelo trabalhador que começa já sabendo quando vai parar de trabalhar? A juíza do Trabalho, Thaís Mendonça, explicou que o trabalhador temporário possui os mesmos direitos de um trabalhador normal. Contudo, a diferença entre os dois está no prazo do contrato, fator que acaba fazendo-o perder o que é chamado por ela de “direito de surpresa”.

“Eu chamo de direito de surpresa, porque o trabalhador não é surpreendido, já que ele já sabe quando o contrato dele vai acabar. Ele tem direito ao FGTS, mas não tem ao acréscimo de 40% em caso de demissão sem justa causa, já que não houve desemprego involuntário. Ele também não tem direito ao aviso prévio, porque é como se ele fosse avisado assim que foi contratado”, contou.

Entretanto, há um modo de o empregado receber o aviso prévio mesmo com contrato temporário. A juíza explica que se por acaso o trabalhador for demitido antes do acordado, sem a existência de nenhuma cláusula no contrato deixando claro que o mesmo pode ser rescindido a qualquer momento, o empregador é obrigado a pagar o benefício.

“A partir do momento que, eu sendo o empregador, surpreendo e termino o contrato antes do previsto, aí pode haver ou não o direito ao aviso prévio. Isso tem que estar previsto em cláusula. Se no contrato existir uma cláusula que assegura que eu posso terminar o contrato a qualquer momento, o pagamento torna-se necessário. Se não houver essa cláusula, uma multa está prevista. Essa multa trata-se da metade de todo o valor restante a ser recebido. Por exemplo: caso ainda restem dois meses para o contrato terminar e ele for rescindido, o empregador terá que pagar metade do valor total dos salários a serem recebidos até o final do contrato, metade do 13º salário, das férias, do FGTS e todos os outros benefícios”, esclareceu.

Com relação as férias e ao 13º salário, segundo Mendonça, os valores são pagos de forma proporcional ao período trabalhado. “O direito do trabalho parte da premissa que o ser humano não é nômade, então ele fixa relações com o objetivo que ela dure. A regra é o prazo indeterminado. O determinado é exceção, por isso há essa diferença, mas no geral, todos os contratos de prazo determinado possuem os mesmos direito de um contrato normal de trabalho”, disse.

Vale lembrar que não existe um período mínimo ou máximo de contrato estabelecido por lei para o trabalhador temporário. O tempo em que ele ficará ativo deve ser acordado entre as partes ou pré-estabelecido pelo empregador.

 

Fonte: ibahia.com

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País abre 211 mil vagas formais em setembro e tem melhor desempenho do ano


A maior oferta de vagas no setor serviços e na indústria impulsionou o mercado de trabalho no Brasil, levando o país a registrar a abertura de 211.068 vagas em setembro, no melhor desempenho mensal desde maio de 2012 na série sem ajustes.

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira (16) a oferta de vagas no mês passado ficou 40% acima das 150.334 postos abertos em igual mês do ano passado, também considerando os números sem ajustes.

Em agosto, haviam sido criados 127.648 postos com carteira assinada, na série sem ajustes. O dado ajustado para agosto aponta número maior, de 141.906 novas vagas naquele mês.

De janeiro a setembro deste ano, houve aumento real de 2,2% nos salários de admissão (de R$ 1.076 para R$ 1.100, aproximadamente).

Entre os Estados, os destaques foram: São Paulo com 45.275 postos (0,35%), maior saldo dos últimos três anos; Pernambuco com 29.988 (2,29%), maior saldo dos últimos três anos, Alagoas com 16.285 (4,99%), Paraná com 15.925 (0,60%), o segundo maior saldo para o período e Rio de Janeiro com 15.653 postos (0,41%).

Os que mostraram desempenho recorde para o período foram Pará com 7.317 postos (0,97%) e Paraíba com 6.618 postos (1,74%).

O único Estado que não registrou aumento no emprego foi Rondônia (-72 postos ou -0,03%).

Criação de vagas é impulsionada pelo setor de serviços 

A melhora na geração de vagas com carteira assinada foi puxada pelo setor serviços, que em setembro contratou 70.597 pessoas. A indústria da transformação também mostrou bons resultados, com 63.276 novos empregados.

O comércio contratou 53.845 trabalhadores e a construção civil, 29.779 pessoas. Os resultados só não foram melhores porque a agropecuária registrou demissão líquida de 10.169 trabalhadores.

No acumulado do ano até setembro, o mercado formal de trabalho registrou contratação líquida de 1.037.752 de trabalhadores, no dado sem ajuste.

Num outro indicador do mercado de emprego, em agosto a taxa de desemprego no país caiu para 5,3 por cento, melhor resultado desde dezembro e com o rendimento da população voltando a subir após cinco meses de queda.

Fonte: Uol (Com Reuters, Valor e Agência Brasil)

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